No último ano cresceu bastante o número de empresas interessadas em criar uma estrutura de diretório na rede corporativa. Mais do que um objetivo, isto é um desafio, uma vez que as redes não oferecem um ambiente propício a uma governança rigorosa. Como a Microsoft sempre privilegiou tornar o usuário final independente da área de tecnologia, as facilidades para criar pasta, modificar nomes, mover documentos etc., vão de encontro a uma disciplina corporativa.  A granularidade do Windows é bem baixa, o usuário com poder de escrita pode fazer quase tudo.
Mesmo que as áreas se envolvam e definam uma árvore de diretório corporativa, em pouco tempo os usuários irão criar novas pastas, mover documentos, criar sub-níveis desnecessários. Para um compartilhamento ordenado de conteúdo (não apenas documentos) existem plataformas corporativas com atributos específicos que permitem a implantação de taxonomia, criação de campos de metadados, definição de uma política de acesso mais detalhada etc.Um dos exemplos desta plataforma é o MS Sharepoint. No entanto, apesar do licenciamento “gratuito” a implantação e configuração exige um certo investimento.
As empresas precisam valorizar este investimento! Caso contrário seguirão criando novos diretórios e estabelecendo datas de cortes para abandonar estruturas antigas ano após ano.