A equipe de TI das empresas, na maioria das vezes, não dá muita importância aos sistemas de gestão de documentos. Os sistemas de missão crítica (ERP, Risco, Crédito etc.) dominam a atenção dos profissionais. Estes sistemas não podem parar!

 Ao selecionar um GED é esperado um custo bem mais acessível do que um ERP. Por exemplo, a aquisição de um ERP não surpreende se o investimento ultrapassar a casa de R$ 1 milhão. Agora um GED, independente do número de usuários (entenda licença), caso se aproxime de R$ 100 mil, já é considerado caro.

 O que parece que os técnicos de TI não percebem é que o valioso do GED é o seu conteúdo. Ou seja, os documentos armazenados no software ultrapassam em muito o valor do sistema. Desta forma, se o seu conteúdo vale muito, o seu repositório não pode ser um sistema de 2ª ou 3ª classe.

 Imagine uma empresa que digitaliza todo o seu movimento financeiro, as guias fiscais, os contratos e os prontuários de RH. São centenas de imagens diariamente depositadas no GED. Com o passar do tempo, o acervo atinge 1 milhão de imagens que se forem digitalizadas novamente em um bureau, o custo unitário da captura deve ficar em torno de R$ 0,30. Este GED vale pelo menos R$ 300.000,00.

 Ou seja, a equipe de TI deve ficar atenta que o valor destes sistemas está no seu conteúdo, portanto, a atenção/prioridade deve ser proporcional a este valor.